"Quando o diagnóstico de TEA chega com 'e agora?'."
Combinação de painel de NGS e CGH-array para investigação genética em TEA, atraso global e deficiência intelectual.
"20–30% dos casos de TEA têm causa genética identificável hoje."
O diagnóstico de TEA não é genético, é clínico. Mas a genética muda o que vem depois: prognóstico, recorrência familiar, comorbidades esperadas e elegibilidade para protocolos. É informação que orienta — não rótulo que limita.
Teleconsulta para definição de protocolo
Coleta em casa
Análise dupla (NGS + array)
Devolução com plano de cuidado multidisciplinar
Não muda o diagnóstico clínico de TEA, mas pode adicionar uma síndrome subjacente que orienta cuidados específicos.
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